1903
03/05 – Nasce a professora Stella de Queiróz Pinheiro, em Fortaleza, Ceará. Mais tarde fundaria o Instituto Educativo Julio de Abreu Gomes.
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1913
13/11 – Água encanada chega à localidade.
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João Alves Mirandela vende a mata da Fazenda São Matheus.
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O tenente-coronel Theodomiro Gonçalves Ferreira apresenta projeto para a construção da cidade de São Matheus, entre Anchieta e Jerônimo Mesquita.
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1914
02/02 – O Professor Franklin de Carvalho adquire o lote número 203 da Rua Octavio Braga para a construção da primeira escola particular do povoado.
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16/08 – Nasce o professor Josué Filgueiras, em Bonsucesso, Rio de Janeiro, que mais tarde fundaria o Instituto Filgueiras.
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06/09 – O Cel. Júlio de Abreu inaugura a primeira casa de alvenaria construida nas terras e, funda a Cidade com o nome de Parada São Matheus.
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13/06 – Inaugurada pelo Professor Franklin de Carvalho, a primeira escola particular do povoado que tinha o nome de Externato Nilo Peçanha com 19 alunos.
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21/09 – É realizada a primeira festa do povoado, em louvor à São Matheus, que contou, até mesmo, com a presença de fiéis da Capital da República. Foi Organizada por Ignácio Vicente Serra, feitor que residia no Cabuis.
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08/11 – São inaugurados o busto do Dr. André Gustavo Paulo de Frontin, (que foi um benfeitor das terras) e a praça que recebeu seu nome. O busto era de autoria do grande escultor Rodolfo Bernadelli.
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08/11 – É inaugurada a Estação de Engenheiro Neiva, em frente ao Armazem São Matheus, na esquina da Avenida Mirandela com a Rua João Pessoa, atual Getúlio de Moura.
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É loteada a Fazenda e tem sua planta aprovada pela Prefeitura de Iguaçu.
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Tem início a venda dos lotes tendo como um dos principais compradores o Cel. Júlio de Abreu.
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É feita a segunda restauração na Capela São Matheus.
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É fundado o Bloco Borboletas Vaidosas.
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1915
21/04 – A firma Rodrigues & Ferreira inaugurou a primeira panificação em Engenheiro Neiva. Denominada “Padaria São Matheus, ela ficava na Rua João Pessoa, 249.
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08/05 – É fundada a Companhia Carril Melhoramentos de Iguassú pelos senhores José Victor da Rocha, Augusto Balsemão e José Maria Campos.
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A povoação passa a se chamar Engenheiro Neiva.
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É lançada a moderna revista “Nilópolis” dirigida pelo Cel. Júlio de Abreu e seu filho Gustavo de Abreu.
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Começa a circular a primeira linha de ônibus, ligando Nilópolis a Tomazinho.
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É apresentada a planta, criada pelo engenheiro civil Adolpho Gomes de Albuquerque, do loteamento onde atualmente fica o bairro Paiol, também chamado de Joaquim de Almeida Flores. Seus proprietários eram os senhores Manoel Felippe da Gamma, João Dias de Lima e Octávio Ribeiro de Faria Braga.
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É realizado o primeiro culto evangélico em Nilópolis. O local era a residência do Sr. Augusto Apparício, na Rua Comendador Soares, 184, tendo sido ele e a sua esposa, a Sra. Berminda de Azevedo, os primeiros incentivadores dessa religião na cidade.
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1916
02/07 – Dr. Manoel Reis, presidente da Camara Municipal de Nova Iguaçu, visita a cidade.
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13/08 – Forma-se o “Bloco Progresso de Nilópolis”, tendo como diretores os senhores Coronel Julio de Abreu (presidente), coronel Antônio Benigno Ribeiro (vice-presidente), Augusto Balsemão (secretário), Victor Ribeiro de Faria Braga (tesoureiro), Adolpho Gomes de Albuquerque (orador), José Victor da Rocha Miranda (procurador) e Gustavo de Abreu (bibliotecário), além de Antonio de Almeida Alentejano, José Maria Campos, Candido Esteves, Hermes de Oliveira, João França, Firmino Lopes e Luiz Prades.
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27/08 – Nilo Peçanha, então presidente do Estado do Rio de Janeiro, em visita à Parada de Engenheiro Neiva, inaugurou a luz elétrica na localidade.
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9/11 – Através do pedido do Deputado Manoel Reis, o povoado, através da Lei nº 1.332, passa a ser o 7º Distrito de Iguaçu.
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A senhorita Ely de Abreu, filha do Coronel Júlio de Abreu é eleita a primeira rainha da beleza.
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Uma terrível enchente arrasa o então 7º distrito de Iguaçu. Famílias ficaram desabrigadas e a destruição era vista por todos os lados, gerando milhares de mortos.
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Começa a circular o bonde puxado a burros, da “Companhia Carril Melhoramentos de Iguassú” na Avenida Mirandela.
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1917
22/09 – É feita a primeira comemoração pelo Dia da Árvore, com o plantio de árvores de oitis pela Sra. Maria da Conceição Cardoso.
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01/10 – É inaugurada a agência dos Correios de Nilópolis, na Av. Francisca de Almeida (atual Roberto da Silveira) esquina com a Praça Paulo de Frontin (atual Praça Prefeito Miguel Abrão).
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1918
19/04 – Integrante do Bloco Progresso de Nilópolis, o sr. Hermes de Oliveira morre.
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07/09 – Em terreno ofertado por Augusto de Azevedo, na Rua Coronel Antônio Ribeiro (atual Prof. Alfredo Gonçalves Filgueiras), é lançada a pedra fundamental para a construção do primeiro templo evangélico em Nilópolis, a Igreja Prebiteriana.
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10/10 – João Alves Mirandella visita Nilópolis pela última vez.
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13/11 – Com a presença do Coronel Júlio de Abreu e de integrantes do Bloco Progresso de Nilópolis, são inaugurados dois pedestais para distribuição de água potável, um na Praça Paulo de Frontin e outro na esquina da Av. Mirandela com a Rua João Pessoa (atual Getúlio de Moura).
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15/11 – Gustavo de Abreu, auxiliado por Paulo Faria, lança a Revista Nilópolis.
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É fundado o Bloco Flores de Nilópolis.
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1919
10/04 – É inaugurada, por Paulo de Frontin a primeira ponte ligando “Engenheiro Neiva” à Anchieta, no Rio de Janeiro.
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14/07 – É inaugurado o templo da Igreja Presbiteriana de Nilópolis, na Rua Coronel Antônio Ribeiro (atual Prof. Alfredo Gonçalves Filgueiras), sendo esta a primeira igreja evangélica da cidade. Tinha como pastor o Dr. Álvaro Reis, auxiliado pelo Dr. Victor Coelho de Almeida.
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15/11 – A Revista Nilópolis completa o seu primeiro aniversário.
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15/11 – É realizado o primeiro concurso de beleza de Nilópolis, tendo como vencedora, a Srta. Elly de Abreu, filha do Coronel Júlio de Abreu. O segundo lugar ficou com Innocencia Cardoso, filha do Sr. João de Moraes Cardoso.
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O Dr. Octavio Ribeiro de Faria Braga inicia o loteamento de suas terras do lado direito férreo, onde atualmente se encontram a Rua Mena Barreto, João Braga e Coronel Júlio de Abreu até as torres da Light.
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1920
11/04 – É lançada a pedra fundamental da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no terreno da Av. Francisca de Almeida (atual Roberto da Silveira).
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20/09 – É entregue ao ministro da Viação, Pires do Rio, memorial solicitando a alteração do nome da Estação, de Engenheiro Neiva para Nilópolis.
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27/09 – O ministro da Viação, Pires do Rio, aprova a alteração do nome da Estação para Nilópolis.
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Proposto pelo beneditino D. Placido Broders, vigário coadjutor da Freguesia de “S. João Baptista de Merity, Diocese de Nietheroy”, é fundada a Igreja Nossa Senhora da Conceição.
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É realizado um Censo para a contagem da população do então distrito de Engenheiro Neiva. A comissão de recenseamento era composta por Ignácio Vicente Serra, capitão Deodoro de Alvarenga Ribeiro, Adolpho de Albuquerque, Fidelis Bastos Dias, Octavio Pamplona Cortes, José Fernandes Duarte e capitão José Ferreira da Costa Madeira. Foram contados 5.183 moradores para 1.352 residências.
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1921
01/01 – A população da Parada de Engenheiro Neiva, liderada pelo Cel. Júlio de Abreu, presidente do Bloco Progresso de Nilópolis, após ter o pedido aprovado pelo ministro da Viação, Pires do Rio, substituiu oficialmente, nome da estação ferroviária pelo de “Nilópolis”, cidade de Nilo, em homenagem ao então senador Nilo Peçanha.
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10/01 – Sob a direção de Antonio Augusto Corrêa e a presença da banda do Batalhão Naval, é realizada a primeira batalha de “confetti” (carnaval) em
Nilópolis. O local escolhido foi a Praça Paulo de Frontin.
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25/02 – Morre João Alves Mirandella, com 80 anos, em Irajá, Rio de Janeiro.
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03/03 – É fundado por Antônio Corrêa, professor de música, o Grêmio Recreativo Musical de Nilópolis, na Praça Paulo de Frontin.
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03/04 – É fundado o Grêmio Recreativo Theatral de Nilópolis, tendo como presidente Augusto Cesar de Almeida, José Fernandes Duarte, como secretário, capitão Benedicto Serra, tesoureiro, Alfredo da Silva Freire e Arthur Pires de Lima como procuradores.
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15/05 – São apresentadas as peças teatrais “A Ronda Que Passa” e O Emprezario Que Não Come Peta” no salão do Grêmio Recreativo Musical de Nilópolis, na Praça Paulo de Frontin.
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03/07 – O capitão Deodoro de Alvarenga Ribeiro funda o Jornal “O Imparcial”
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31/07 – Nilo Peçanha visita pela segunda vez Nilópolis. Durante sua passagem visitou o Cortume Americano, o escritório de Dr. Octávio Braga, a Praça Paulo de Frontin e algumas ruas.
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06/10 – A pedido dos moradores, a então localidade de Engenheiro Neiva passa, mediante Lei Estadual 1.705, de autoria do deputado Dr. Manoel Reis, a denominar-se “Nilopolis”, cidade de Nilo, em homenagem à Nilo Peçanha.
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Dr. Rufino Gonçalves Ferreira inicia o loteamento das terras onde atualmente se encontram a Rua Mena Barreto e o Rio Pavuna, desde a rua Moraes Cardoso até Agostinho Porto.
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1922
O Jornal “O Imparcial” é extinto.
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1923
D. Guiomar de Oliveira Castro assume a direção da agência dos Correios de Nilópolis, que funcionava na Av. Victor Braga.
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1924
08/02 – É publicado no Diário Oficial, o decreto nº 4.793 de 7 de janeiro, liberando recursos para a construção do primeiro reservatório de água potável de Nilópolis.
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13/07 – É inaugurada a Panificação e Confeitaria Progresso no número 18 da Praça Paulo de Frontin, esquina com a Rua Mena Barreto.
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20/02 - Sob a direção do Sr. José Vieira Miguez é fundado o Cine Nilópolis, na Praça Paulo de Frontin.
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31/03 – Nilo Peçanha morre aos 56 anos na cidade do Rio de Janeiro.
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15/11 – Sob a presidência de Amadeu Lara, é fundado o Grêmio Recreativo Teimosos de Nilópolis.
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31/12 – Na Rua Coronel Júlio de Abreu, 14, é fundado o Bloco Trovadores de Nilópolis.
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O Grêmio Musical de Nilópolis é extinto.
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É fundado, na Rua Carahyde, o Bloco Caprichosos de Nilópolis.
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1925
04/12 – Com a presença de Francisco Sá, representante do ministro da Viação, Dr. Octávio Ascoli, prefeito de Nova Iguaçu, membros do Bloco Progresso de Nilópolis e outras autoridades, é inaugurado o primeiro reservatório de água potável de Nilópolis, com capacidade para 400 mil litros de água.
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É inaugurada a primeira escola pública em Nilópolis. O prédio ficava na Praça Paulo de Frontin e tinha como diretora a D. Maria Apparecida Gauz.
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1926
21/02 – Na Rua Georgina Moreira, 4, é fundado pelo casal João Pinheiro e Stella Queiróz Pinheiro, o Externato Santa Therezinha.
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15/03 – É criada, pelo Maestro Djalma do Carmo, a banda Lira Fluminense.
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02/05 – Frederico Gauz lança o “Nilópolis-Jornal”.
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15/10 – A diretoria do Grêmio Recreativo Theatral de Nilópolis solicita apoio do vereador Mario de Moura Almeida para a construção de um teatro na localidade, o qual foi atendido e o imóvel foi erguido, meses depois, na Rua Coronel Antônio Ribeiro.
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14/11 – Severino Lopes funda o Jornal “Lidador”.
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05/12 – Sr. Odhail Azevedo Thompson, ao visitar a feira de Nova Iguaçu, se perde do seu filho João. Um grupo de escoteiros, chefiado por Baptista Chagas, que se exercitava próximo ao local é acionado por Sr. Odhail. O grupo então passa a realizar uma busca nas proximidades encontrando a criança. Como formo de agradecimento, Sr. Odhail resolve fundar em Nilópolis uma associação escoteira, fato que seria reconhecido oficialmente no dia 19 de dezembro.
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19/12 – É fundada oficialmente a Associação dos Escoteiros de Nilópolis, tendo como presidente o Professor Franklin Cordeiro de Carvalho e como secretário o Sr. Odhail de Azevedo Thompson, idealizador do projeto.
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Xavier Magalhães de Freitas funda o Jornal “A Lucta”.
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1927
23/06 – É fundado o Bloco Paladinos de Nilópolis no número 229 da Rua João Pessoa (atual Getúlio de Moura).
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02/09 – É iniciada a construção do templo da Igreja Congregacional de Nilópolis, na Rua General Mena Barreto, 124.
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1928
23/06 – Na Rua Dr. Godóy, 378, no bairro Chatuba, é fundada a primeira escola municipal de Nilópolis, batizada de Escola Barão de Mauá. A direção da escola estava a cargo da professora Floripes da Cunha e inicialmente contou com 61 alunos.
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30/10 – Após a única ponte que ligava Nilópolis à Chatuba ter sido destruída em uma cheia do Rio Bangú (atual Sarapuí), o prefeito de Nova Iguaçu, Sr. João Telles, inaugura uma nova ponte, mais moderna e segura que a anterior.
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11/11 – O Padre João Much assume como paróco de Nilópolis.
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É iniciada a construção da Sinagoga Israelita Tiferet Israel, no número 196 da Rua Lázaro de Almeida (atual General Mena Barreto).
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1929
14/03 – O Padre João Much funda o Collegio Parochial São José, que funcionaria provisoriamente na sala da sacristia da Igreja de Nossa Senhora da Conceição e tinha iniacialmente 90 alunos.
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03/11 – A sede própria do Collegio Parochial São José é inaugurada, com 300 alunos matriculados.
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22/12 – Fernando Alves Junior funda o Jornal “Correio de Nilópolis”.
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É fundada pelo Maestro Djalma do Carmo, a Banda de Música Lyra Fluminense.